Tudo começou em uma manhã do dia 5 de Março, quando Da. Jacheta Pacanowski deu a luz a um menino com
3,4 Kg. Após várias consultas, resolveu dar o nome de Natan Pacanowski em homenagem a um profeta do velho testamento.
Natan, aos 6 meses de idade
Com seis meses de idade, já demonstrava que, por sua curiosidade, iria ser "levado" como todas as crianças
saudáveis de sua idade a interessar-se por tudo ao seu redor. Aos dois anos, mostrava que gostava dentre
outras coisas, de Carnaval.
Natan, aos 2 anos
Na adolecência jogou futebol, praticou natação e varios outros esportes. Aos 16 anos começou a trabalhar
como office-boy na firma Estabelecimentos James Frederick Clark S.A. Aos 25 anos, transferiu-se para a
Gilette do Brasil LTDA, a qual ficou trabalhando durante 21 anos até se aposentar com 30 anos de serviço.
Turfe e futebol, está em suas veias desde os 15 anos. Entrei no Jockey Club pela primeira vez no ano de 1958,
quando assisti uma corrida ao vivo. Era uma Quinta-Feira a tarde. Assisti o primeiro Grande Prêmio Brasil ganho
por Espiche, também no ano de 19508. No futebol, bem menino ainda, fui levado pelo meu tio Bernardo a assistir
aquele fatídico jogo entre Brasil x Uruguai, pelas finais da copa de 1950. Nunca tinha visto tanta tristeza após a
derrota da Seleção Brasileira, por 2 x 1. Queria o destino que em 1982 iria para a copa da Espanha como
convidado pela Gilette (já que era seu funcionário). Voltei a conviver novamente com a tristeza da derrota do
Brasil para a Itália, com aqueles dois gols do Paulo Rossi. Era o "Pacheco camisa 12" representante da torcida
e fazendo parte da delegação.
A partir de 1980 comecei na crônica turfística como comentarista, levado pelo
Luiz Ubiratan Carlos (locutor) e Heitor de Lima e Silva (Bolonha pai), o melhor comentarista de todos os tempos.
Estando hoje coordenando as transmissões dos páreos pela Rádio Mundial 1.180 Khz AM.